Academia WCM
Academia de Certificação de Projetos WCM

Ataque a maior perda da sua área — do jeito World Class: valorizada em dinheiro, provada no Genba.

Método que ensina. Prática que certifica.

Um guia completo para o líder conduzir um projeto WCM de verdade, em 7 passos pelas 4 fases do PDCA: Planejar (perda valorizada, priorização por B/C, charter com o pilar âncora e causa raiz no Genba), Executar (contramedidas com as ferramentas do pilar), Checar (saving validado na régua do Cost Deployment) e Agir (padronização e expansão horizontal) — com o Major Kaizen como documento vivo do projeto. Responda às perguntas-chave de cada etapa e, ao final, receba o relatório técnico e o laudo de recomendação ao título de Especialista WCM.

Cases de aplicação
P

Planejar

Perda valorizada, B/C, charter com pilar e causa raiz.

D

Executar

Contramedidas com as ferramentas do pilar.

C

Checar

Saving validado na régua do CD + B/C real.

A

Agir

Padronização e expansão horizontal.

+700mil
alunos formados pela Voitto
+4milhões
de certificados já emitidos
18anos
de escola de melhoria contínua
CSSC
acreditação internacional da Voitto
Semifinalista · Prêmio Jabuti
Quem conduz a sua formação

Thiago Coutinho

Fundador e CEO da Voitto · Master Black Belt e especialista em melhoria contínua

Engenheiro de Produção, mestre em Administração pela UFJF e professor em programas de pós-graduação da FGV, PUC-Minas, UFJF e UFV. À frente da Voitto há 18 anos, ajudou a formar centenas de milhares de especialistas em melhoria de processos no Brasil.

Autor de “Guia Prático Lean Seis Sigma”
Editora Atlas · Grupo GEN — referência da área no Brasil
Com recomendações de Nigel Slack (Warwick Business School) e Sammy Obara (Honsha · escola do Sistema Toyota).
Acreditação internacional

Certificação emitida por uma escola acreditada internacionalmente.

A Voitto é uma organização de treinamento acreditada pelo CSSC (Council for Six Sigma Certification) — órgão independente de referência mundial em melhoria de processos. Os programas seguem um corpo de conhecimento alinhado à ASQ e à norma ISO 13053, dando lastro e validade reconhecida ao seu título de Especialista WCM.

Conferir acreditação no CSSC
O que faz um bom projeto

Quatro coisas realmente importam — nesta ordem.

A avaliação Voitto é flexível e proporcional: seu projeto não será reprovado por falta de uma ferramenta específica ou por detalhes de forma. O que conta é a lógica do método: a perda escolheu o projeto, a causa foi provada no local e o ganho fecha na régua do Cost Deployment.

01

Perda real, valorizada em R$

O projeto nasce do Cost Deployment, não de palpite: perda física identificada (Matriz A), convertida em dinheiro (Matriz C) e priorizada pelo B/C (Matriz E).

02

Causa raiz provada no Genba

5G no local real, hipóteses 4M testadas com dados e a cadeia de porquês fechada com evidência — método proporcional ao problema (Matriz D), do Quick ao Advanced Kaizen.

03 · MAIOR PESO

Saving validado na mesma régua

Antes × depois no mesmo indicador (KPI e KAI), ganho validado na Matriz F na MESMA régua da valorização inicial — e o B/C real do projeto. Resultado que Finanças não valida não é resultado.

04

Padronizado e expandido

SOP/OPL com treinamento registrado, gestão à vista com plano de reação — e a expansão horizontal planejada: da área modelo pras réplicas. Ganho que não expande é ganho pela metade.

Certificado de Especialista WCM Clique para ampliar
Onde a jornada termina

Um certificado à altura do seu projeto.

Emitido em nome da Voitto, com selo de acreditação internacional, projeto e ganho validados pela banca, três assinaturas e verificação on-line por QR Code.

A forma de pensar

WCM não é achismo: é o sistema Yamashina/Fiat, usado nas fábricas de classe mundial — a perda valorizada em dinheiro escolhe o projeto, e 7 passos giram o PDCA até o ganho virar padrão.

P · 1. Identificação da perda

Matrizes A–C do Cost Deployment: a perda física da área mapeada, classificada e convertida em R$/ano.

P · 2. Estratificação e priorização

Pareto de perdas + Matrizes D e E: o método proporcional (Quick → Advanced Kaizen) e o B/C que prova a prioridade.

P · 3. Charter do projeto

Tema, meta (objetivo + valor + prazo), equipe com patrocinador — e o pilar âncora declarado, com suas interfaces.

P · 4. Causa raiz no Genba

5G no local real, hipóteses 4M testadas com dados e a cadeia de 5 porquês fechada com evidência — ou PPA no fenômeno complexo.

D · 5. Contramedidas

5W2H executado com o time treinado ANTES de virar a chave, aplicando as ferramentas do pilar — e cada desvio registrado.

C · 6. Verificação de resultados

KPI e KAI antes × depois na mesma régua, saving validado na Matriz F e o B/C real do projeto.

A · 7. Padronização e expansão

SOP/OPL, gestão à vista com plano de reação e a expansão horizontal — da área modelo pras réplicas.

+ O pilar âncora

Todo projeto exercita um dos 10 pilares técnicos — declarado no charter, ele define as ferramentas do ataque e sai estampado no certificado.

PD → C → A Metade do WCM é planejamento: 4 dos 7 passos vêm antes da primeira ação — porque no WCM a perda escolhe o projeto, e a causa se prova no Genba.
Os 10 pilares técnicos

O templo do WCM: seu projeto ancora em um pilar — e conversa com os vizinhos.

SAF · Segurança

Zero acidente: pirâmide de Heinrich, quase-acidentes, condições e atos inseguros.

CD · Cost Deployment

A bússola do sistema: transforma perdas em dinheiro e prioriza onde atacar (Matrizes A–G).

FI · Focused Improvement

Ataque às maiores perdas do CD via kaizen estratificado (Quick / Standard / Major / Advanced).

AM·WO · Manutenção Autônoma + Workplace Org.

Operador dono do equipamento e do posto: 7 passos AM, CIL-R, etiquetas, 5S, Golden Zone.

PM · Manutenção Profissional

Zero quebra: Machine Ledger, EWO, análise de quebras, evolução corretiva → preventiva → preditiva.

QC · Controle de Qualidade

Zero defeito: Matriz QA, QA Network, Matriz QM/X, poka-yoke, 5 condições para zero defeito.

LOG · Logística & Atendimento ao Cliente

Fluxo puxado com mínimo estoque e movimentação: VSM, kanban, milk run, OTIF.

EEM·EPM · Gestão Preventiva de Equipamento/Produto

Projetar equipamentos e produtos já fáceis de operar e manter: checklists de design, MP-info, LCC.

PD · Desenvolvimento de Pessoas

Eliminar o erro por falta de habilidade: matriz de competências, TWTTP/HERCA, OPL, dojos.

ENV · Meio Ambiente & Energia

Perdas de energia, água e resíduo valorizadas em R$ e atacadas como qualquer outra perda.

Certificação

Uma perda eliminada com método, um título: Especialista WCM.

A certificação é única e nasce da prática: quem conduz um projeto WCM real, percorre os 7 passos e comprova o saving na régua do Cost Deployment recebe o título de Especialista WCM — com o pilar âncora do projeto estampado no certificado e a evidência da aplicação registrada no laudo.

Antes da fase Planejar

Como iniciar um bom projeto WCM

O WCM que resolve começa muito antes da primeira contramedida. Estas boas práticas orientam sua condução — e são exatamente o que a avaliação procura como evidência.

01

Deixe a perda escolher o projeto

No WCM não se escolhe projeto por preferência: mapeie as perdas da área (Matriz A), valorize em R$ (Matriz C) e ataque a que o Pareto e o B/C apontarem. Perda sem dinheiro não é projeto.

02

Valide a régua com quem entende de custo

A valorização da perda (R$/ano) validada com Controladoria/Finanças. É essa régua que mede o ganho no final — régua trocada no meio invalida o resultado.

03

Escolha o método proporcional

Matriz D: causa única evidente pede Quick/Standard Kaizen; perda crônica multicausal pede Major; fenômeno complexo pede Advanced. Desproporção pra mais ou pra menos é erro de método.

04

Declare o pilar âncora

Todo projeto exercita um pilar técnico — FI, AM/WO, PM, QC, Segurança... Declará-lo no charter define as ferramentas do ataque e as interfaces com os pilares vizinhos.

05

Vá ao Genba antes de opinar

5G: o local real, o objeto real, os fatos, os princípios e os padrões. Estratifique e vá ver a perda acontecer — a causa se prova no chão de fábrica, não na sala de reunião.

06

Conduza COM o time, não PARA o time

Quem opera o processo levanta as melhores hipóteses — e é quem vai executar as contramedidas e sustentar o padrão depois. Equipe multifuncional é a marca do Major Kaizen.

07

Use o Major Kaizen como fio condutor

Um documento, uma história: perda, priorização, causa, contramedidas, saving e expansão. Se algo não dá pra contar nele, tem lacuna no método.

08

Treine antes de virar a chave

OPL no posto e OJT registrado, em todos os turnos, ANTES da execução. Quem executa sem entender o porquê volta ao jeito antigo na primeira dificuldade.

09

Feche o ganho na régua do CD

KPI e KAI antes × depois, saving validado na Matriz F na mesma régua da valorização — e o B/C real. A gestão (e a auditoria) entende número.

10

Padronize e expanda desde o dia 1

SOP/OPL, gestão à vista com plano de reação — e a pergunta que multiplica: onde mais essa solução se aplica? Solução presa na área modelo é ganho pela metade.

11 · INEGOCIÁVEL

Honestidade das evidências

Dados e gráficos não podem ser maquiados — hipóteses descartadas também contam a história. Exemplos hipotéticos devem ser identificados como ilustrativos. O resultado precisa ser da sua área, do seu projeto.

PRÓXIMO PASSO

Pronto para começar?

Abra a jornada, responda às perguntas-chave da Identificação da perda e comece a construir seu Major Kaizen.

Thiago Coutinho, fundador da Voitto, durante uma palestra
Perda que não vira dinheiro não vira projeto.

A diferença entre melhoria por entusiasmo e WCM é método: o Cost Deployment valoriza a perda e escolhe o alvo, a causa se prova no Genba e o ganho fecha na mesma régua — validado por Finanças, com B/C na mesa. Se o saving sustentou e a solução expandiu pras áreas vizinhas, foi WCM — se ficou no gráfico da apresentação, foi só evento.

Thiago Coutinho Fundador da Voitto · Engenheiro e Master Black Belt
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Kit do Especialista · 16 templates editáveis

Kit de Ferramentas WCM

O Major Kaizen — o documento vivo do seu projeto mais 15 ferramentas do WCM, organizadas pelas quatro fases do PDCA: Matriz de Perdas, Pareto, Matriz D/E com B/C, Charter, 5G, Ishikawa 4M, 5 Porquês, 5W2H, SOP/OPL, pillar board e mais. Abra e preencha direto no navegador; dentro da etapa do seu projeto o que você preencher é salvo como evidência — e o Major Kaizen te acompanha da primeira à última etapa. Não precisa usar todas: use as que a sua perda pedir.

P

Planejar

Passos 1 a 4 do projeto WCM — identificação da perda, priorização, charter e causa raiz: valorize a perda em dinheiro, escolha o método pelo B/C, formalize o projeto com o pilar âncora e prove a causa no Genba.

Ferramentas MK + 01–09  •  Entregue ao final da fase: perda valorizada em R$, projeto priorizado por B/C, charter fechado e causa raiz comprovada
D

Executar

Passo 5 do projeto WCM — contramedidas: treine quem opera ANTES de virar a chave (OPL/OJT), execute o kaizen com as ferramentas do pilar e registre tudo — datas reais, evidências e desvios.

Ferramentas 10  •  Entregue ao final da fase: contramedidas executadas com evidências, time treinado e desvios registrados
C

Checar

Passo 6 do projeto WCM — verificação de resultados: KPI e KAI antes × depois na mesma régua, saving validado na Matriz F e o B/C real. Resultado que Finanças não valida não é resultado.

Ferramentas 11  •  Entregue ao final da fase: antes × depois na mesma régua, saving validado (Matriz F) e B/C real calculado
A

Agir

Passo 7 do projeto WCM — padronização e expansão: transforme a contramedida em padrão treinado, monte a gestão à vista que segura o ganho e replique a solução — da área modelo pras similares.

Ferramentas 12–15  •  Entregue ao final da fase: padrão publicado e treinado, pillar board com plano de reação e expansão horizontal planejada

Como usar os templates

  1. Abra a ferramenta da fase em que está. Clique num card acima — o template abre aqui mesmo, no navegador, sem instalar nada.
  2. Preencha direto na tela. Clique em qualquer campo ou célula de tabela e digite. O texto-exemplo em cinza some no primeiro clique.
  3. Salve como evidência no seu projeto. Abrindo a ferramenta de dentro da etapa (aba Jornada WCM), o botão "Salvar no projeto" guarda o preenchido como evidência de execução.
  4. Baixe ou gere o PDF. Use "Baixar" para guardar uma cópia com tudo o que digitou, ou "Imprimir / PDF" para exportar em A4.
  5. Siga a sequência da jornada. Cada ferramenta alimenta a próxima: o Planejar valoriza a perda e prova a causa, o Executar bloqueia com as ferramentas do pilar, o Checar valida o saving na régua do CD e o Agir padroniza e expande — tudo amarrado no Major Kaizen.
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Como seu projeto é avaliado

Processo de certificação Voitto

A avaliação é técnica, construtiva e formativa: você deve sair sabendo o que fez bem e como evoluir. O título de Especialista WCM nasce do problema resolvido com método, e a análise sempre reconhece os acertos antes das ressalvas.

Titulação por projeto

Especialista WCM

Certificação única, concedida ao líder que conduz um projeto WCM real na sua área: percorre os 7 passos da jornada, documenta tudo no Major Kaizen e comprova o saving na régua do Cost Deployment. O certificado registra o projeto realizado e o pilar âncora; o laudo técnico traz a evidência da aplicação.

Portão: perda valorizada + causa comprovada + saving validado + padronização com expansão

O portão de entrada é sempre o mesmo: perda valorizada em R$ + causa raiz comprovada no Genba + saving validado na mesma régua + padronização com treinamento e expansão. Ferramentas sofisticadas enriquecem, mas não substituem esse essencial.

O seu certificado

Um documento à altura da sua conquista — emitido em nome da Voitto, com selo de acreditação internacional, projeto e ganho validados, três assinaturas e verificação on-line por QR Code:

Certificado de Especialista WCM
Clique no certificado para ampliar
Critérios essenciais — o que não pode faltar

Cada critério é classificado como Atende · Atende parcialmente · Não atende.

1

Perda valorizada — o projeto nasceu do CD

A perda foi identificada no mapa da área, convertida em R$/ano com memória de cálculo e priorizada por Pareto e B/C — e não escolhida por palpite?

2

Método proporcional e causa provada no Genba

O tipo de kaizen condiz com a complexidade (Matriz D)? O 5G foi ao local real, as hipóteses 4M foram testadas com dados e as descartadas aparecem no Major Kaizen?

3

Saving validado na mesma régua + B/C

O antes × depois está no mesmo indicador (KPI e KAI)? O ganho foi validado na régua da valorização inicial (Matriz F) e o B/C real calculado?

Maior peso
4

Padronização com SOP/OPL e treinamento

O padrão foi criado ou revisado (número, versão e data) e quem executa foi treinado, com registro — em todos os turnos?

5

Gestão à vista e expansão horizontal

Há item de controle com limite e plano de reação segurando o ganho? A réplica pra áreas similares foi planejada — ou justificada a ausência?

Critérios de enriquecimento (não eliminatórios)

Matrizes A–F completas e coerentesInterfaces com outros pilares mapeadasHipóteses descartadas documentadasKAI acompanhando o KPISaving validado por FinançasMajor Kaizen claro e bem contadoPillar board / gestão à vistaExpansão horizontal executada (não só planejada)

Princípios de flexibilidade (obrigatórios)

  • Não reprovar por ausência de uma ferramenta específica.
  • Aceitar evidência simples e proporcional; não exigir sofisticação estatística.
  • Dar o benefício da dúvida quando o resultado é claro e a jornada está presente.
  • Quando faltar informação, apontar o que esclarecer em vez de reprovar.
Como o parecer é decidido

Recomendado

Os cinco critérios essenciais atendidos (mesmo que de forma simples): perda valorizada via CD, método proporcional com causa provada no Genba, saving validado na mesma régua com B/C, padronização treinada e gestão à vista com expansão planejada.

Recomendado com ressalvas

O método foi seguido e o ganho aconteceu, mas com lacunas relevantes (ex.: valorização frágil, B/C sem custo completo, OJT sem registro, expansão só citada). Recomenda-se o título e registram-se orientações para a sustentação.

Não recomendado

Falta um pilar essencial: a perda não foi valorizada (projeto por palpite), a causa não foi comprovada no local, o ganho não fecha na régua da valorização, ou nada foi padronizado. O laudo é sempre construtivo, dizendo o que falta.

Uma única fragilidade em ferramenta não leva a "não recomendado". E se a Verificação mostrou que o ganho não sustentou e o projeto voltou ao Genba pra reanalisar a causa, isso não é defeito: é fidelidade ao método — o retorno documentado vale mais que um sucesso sem evidência.

Ao final, você recebe duas peças

A Análise Técnica fase a fase e o Laudo Voitto com o parecer e a justificativa objetiva — prontos para imprimir ou salvar em PDF.