| Área / equipamento similar | O que replica | Adaptação necessária | Prazo | Benefício estimado |
|---|---|---|---|---|
| Ex.: linha 1 (enchedora do mesmo fabricante) | gabarito + SOP de setup + CIL com limpeza do sensor | medidas do gabarito adaptadas ao formato da linha | fev/2027 | ≈ R$ 230 mil/ano |
| Ex.: linha 2 | idem — com operadores da linha 3 como multiplicadores | idem | mar/2027 | ≈ R$ 180 mil/ano |
| Perda remanescente | Valor (R$/ano ou físico) | Recomendação |
|---|---|---|
| Ex.: perda de velocidade da linha 3 | 8 h/mês | monitorar 1 trimestre pós-projeto e reavaliar na Matriz E |
| Ex.: retrabalho de rotulagem | B/C 3,1 na Matriz E | próximo kaizen recomendado — mesma equipe, ampliada pela qualidade |
Ex.: medir o vão do guia no 5G economizou semanas de discussão em sala; o falso positivo do sensor só apareceu observando o ciclo completo pós-CIP; a contenção manual durante o atraso do defletor protegeu o resultado sem mascarar a causa.
Ex.: Major Kaizen arquivado no acervo do pilar FI (pasta da área + cópia no quadro), apresentado à liderança em 15 minutos na reunião mensal do pilar.
Solução presa na área modelo é ganho pela metade — a multiplicação é o que separa um bom kaizen de um sistema WCM. Os melhores multiplicadores são os operadores da área modelo: quem viveu o projeto replica com convicção, não por ordem. E feche o ciclo devolvendo as perdas remanescentes pro Cost Deployment — é a Matriz E, não a memória do líder, que escolhe o próximo ataque.