| G | O que significa | O que foi observado no seu projeto |
|---|---|---|
| Gemba | Vá ao local real — onde a perda acontece | Ex.: 3 dias acompanhando a enchedora da linha 3, nas trocas de formato dos 3 turnos |
| Genbutsu | Examine o objeto real — a peça, a máquina, o produto | Ex.: guia de garrafas reposicionado "no olho" após cada troca — cada operador tem um jeito; vão variando até 4 mm entre setups |
| Genjitsu | Cheque os fatos e números no local | Ex.: 28 micro paradas registradas durante a observação; 71% nas 4 h seguintes à troca de formato |
| Genri | Volte aos princípios de funcionamento | Ex.: a garrafa 2L exige vão de 8±1 mm no guia pra não tombar na aceleração da esteira |
| Gensoku | Confira os padrões vigentes (ou a falta deles) | Ex.: não existe padrão de setup nem valor de referência do vão; a limpeza CIP não contempla o sensor de tampa |
| Evidência (foto / vídeo / medição) | Onde / quando | O que ela mostra |
|---|---|---|
| Ex.: vídeo do setup 2L→600ml | enchedora L3 · 14/10, turno B | guia reposicionado sem referência — vão fica 3 mm fora do princípio |
| Ex.: medição do vão do guia | 12 setups · out/26 | desvio de até 4 mm; correlaciona com as ocorrências de tombamento |
| Ex.: foto do sensor de tampa | ~2 h após o CIP | respingo de xarope acumulado na lente — dispara falso positivo |
Ex.: o apontamento dizia QUANDO a perda acontece (pós-troca de formato); o Genba mostrou POR QUÊ — reposicionamento do guia sem referência e respingo no sensor que a limpeza não alcança
O 5G é o que separa análise WCM de reunião de opinião: a causa se prova no chão de fábrica, não na sala. Leve instrumento (trena, cronômetro, câmera) e meça o fenômeno em vez de descrevê-lo. E observe o ciclo completo: o falso positivo do sensor só aparece ~2 h depois do CIP — quem visita o Genba por 10 minutos não vê.